O Relatório Direito à Comunicação no Brasil 2025, produzido pelo Intervozes, conta também com uma versão em áudio, ampliando o acesso a todo o seu conteúdo.
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Também é possível escutar os artigos e demais conteúdos do relatório em arquivos separados. Clique aqui e confira a playlist.
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Sobre o Relatório:
A publicação reúne artigos e recomendações que contribuem para o debate sobre o direito à comunicação, a partir da análise de importantes acontecimentos ocorridos no Brasil e no mundo. O relatório atual se debruça sobre o ano de 2025 até o primeiro semestre de 2026.
Entre antigos e novos monopólios, as desigualdades fincam raízes. Essa é a conclusão do relatório, a partir das reflexões trazidas ao longo de 12 artigos. Os textos abordam diferentes tema, como as desigualdades sociais e comunicacionais que impactam os países da América Latina, os territórios agrários e as transmissões de futebol. Outro ponto que o relatório chama a atenção é para o oligopólio nos meios de comunicação, passando pelo império das big techs, pela concentração midiática na radiodifusão e as estruturas que afetam a integridade da informação.
O relatório também aborda a cobertura da violência no Brasil e no mundo, chamando a atenção para as responsabilidades da imprensa. Dos programas policialescos à cobertura internacional sobre o genocídio palestino e ataques ao Oriente Médio, a violência vira espetáculo e as narrativas legitimam a barbárie. O atual momento da comunicação pública no Brasil, a implementação do ECA Digital, a educação midiática e políticas de acessibilidade para os veículos de imprensa também são debatidas nos artigos do relatório.
O documento também traz uma série de recomendações ao poder público e à sociedade civil para a implementação de políticas públicas, projetos e ações para enfrentar os problemas relatados nos artigos e construir caminhos que democratizem a comunicação, enfrentem as desigualdades e garantam a justiça socioambiental. Ao todo, são 78 recomendações, distribuídas nos eixos de Democratização das Comunicações, Garantia de Direitos, Outros Saberes e Autonomia Tecnológica.